Archive for Agosto 2015



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Lembra-se daquele incrível curta que “transformou” o Internet Explorer em uma poderosa garota-mágica e a colocou para enfrentar um exército de robôs gigantesco em uma cena de batalha que não deixava devendo contra nenhum anime? Pois bem, saiba que isso não é novidade no Japão – já faz algum tempo que empresas de tecnologia têm suas próprias mascotes de sistemas operacionais e softwares. Todas, é claro, com visual de anime.
O fenômeno, inclusive, tem nome por lá: OS-tan. Para os curiosos leigos em japonês, esse termo é resultado da junção da sigla para “Sistema Operacional”, em inglês, com “tan”, um honorífico utilizado no Japão para se referir de maneira especialmente carinhosa a garotas “fofas”.
Só a ideia deve dar uma boa ideia do que esperar. Em resumo, todas as garotas criadas pelas empresas – ou melhor, criadas pela Microsoft, que era a única a ter suas OS-tans oficiais até recentemente – trazem um visual “bonitinho”, cheio de detalhes que remetem ao seu próprio sistema operacional (seja em um adereço, nas cores da roupa ou em algo parecido).

Conhecendo a família Madobe

Você acha que a maluquice ia parar por aí? Pois saiba que está bem enganado. O fato é que a Microsoft não se satisfez a criar simples mascotes para seus produtos: as personagens têm também uma história e, como seu nome indica, possuem suas próprias famílias e grau de parentesco. Vai entender...
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Internet Explorer: Inori Aizawa



A mais famosa da lista desde sua rápida animação, Inori era uma garota desajeitada e lenta, mas que, com o passar dos anos, tornou-se muito melhor e mais confiante de suas capacidades; basicamente, é tudo aquilo que a empresa de Bill Gates tentou passar com o Internet Explorer após todos esses anos. Embora não seja membro da família “oficial” do Windows, Inori é muito amiga de Yu e Ai Madobe, além de prima de Hikaru Aizawa.


Microsoft Silverlight: Hikaru Aizawa

Usada pela Microsoft Taiwan para promover o plugin Silverlight, Hikaru não apenas é bastante presente no território chinês como também possui vídeos com animações explicando ao público como utilizar a ferramenta da empresa.

Microsoft Virtualization





Por mais que a Microsoft tenha criado toda uma gigantesca “família” de mascotes, isso não quer dizer que todas recebam essa atenção. É o caso da personagem do Microsoft Virtualization, que não tem nome ou história.

Windows Azure: Claudia Madobe

Prima distante de Mutsumi e Nanami Madobe, além de uma das mais famosas de toda a linha de OS-tans da Microsoft, Claudia Madobe aparece em praticamente todas as páginas nipônicas relacionadas aos softwares da nuvem e o sistema Azure, ensinando desenvolvedores a lidar com as ferramentas da plataforma.
Não achou suficiente? Então vale notar que ela tem até mesmo sua própria página, chamada Cloud Girl, que traz wallpapers, histórias em quadrinhos e vídeos dela em ação. Claudia, inclusive, foi distribuída na forma de uma figura para os compradores do Visual Studio.

Windows 7: Nanami Madobe

A primeira entre todas as OS-tans feitas pela Microsoft pode até representar um sistema operacional antigo, mas a personagem, que teve aparições em várias imagens, wallpapers oficiais e até mesmo vídeos, ainda se mantém ativa, com sua própria conta de Twitter oficial.


Windows 8: Yu Madobe e Ai Madobe

Vindas para representar os Windows 8 e RT, Yu e Ai Madobe são as mais recentes mascotes já “lançadas” pela Microsoft. Ambas vieram para promover o uso do sistema operacional no mercado da montagem de PCs – uma das áreas com maior número de gamers e otakus.

Windows 10

 

Revelada pela Microsoft apenas alguns meses atrás, a simpática garota de cabelos azuis da imagem acima ainda não teve seu nome oficial revelado (o que deve ocorrer apenas com o lançamento do próprio Windows 10). Sabe-se, no entanto, que a nova integrante da família Madobe tem 17 anos e vem de 100 anos no futuro; obviamente, ela trabalha em uma loja de eletrônicos em Akihabara e tem nos jogos seu hobby favorito.

De memes a mascotes

 

Curiosamente, tudo começou como uma simples brincadeira feita por artistas pela internet, que resolveram criar versões humanoides de seus sistemas operacionais favoritos. A ideia não só ficou muito bem-feita, como chamou a atenção do braço nipônico da Microsoft; essa, por sua vez, adaptou o conceito e criou suas próprias OS-tans, que são usadas para promover seus produtos não apenas no Japão, como também Taiwan e Cingapura.
Não é exatamente surpresa dizer que a ideia fez um enorme sucesso. Por lá, as personagens são usadas em diversas promoções das empresas – principalmente quando têm relação com o mundo gamer e otaku. Elas têm até mesmo dubladoras oficiais (todas famosas entre os fãs de animes), que emprestam suas vozes em vídeos dos produtos.
Como se isso ainda não bastasse, a Microsoft criou toda uma linha de produtos para as mascotes. Isso inclui desde edições especiais de seus softwares e acessórios tematizados com as garotas até presilhas, broches, pôsteres, brincos, pulseiras, canecas... Tudo isso, é claro, vendido nas lojas de Akihabara, a grande Meca dos Otakus, gerando as enormes filas que você pode ver na galeria acima, trazida pelo site Crunchyroll.

Intel e seus mascotes

Vale notar que a Microsoft pode ter sido a primeira a criar suas mascotes oficiais, mas parece que ela não é a única. Recentemente a Intel também entrou na brincadeira com um “concurso de personificação” online, que permitiu ao público enviar suas artes de OS-tans de alguns produtos com tecnologia Intel.
Confira as vencedoras na galeria abaixo:









































































































 

É claro que a ideia das OS-tans pode não ser tão difundida pelas grandes empresas, mas o conceito parece estar lentamente se expandindo. A chegada de novos softwares da Microsoft, aliás, prometem ainda mais mascotes surgindo, como no caso do Microsoft Edge e do já confirmado Windows 10.
Além disso, quem gostou da proposta pode conferir uma série de imagens não-oficiais das personificações através da internet. Afinal, a brincadeira é bastante difundida, então você dificilmente não vai achar uma OS-tan de seu sistema operacional ou software favorito.










Fonte: Tecmundo

Tecnologia + Animes = Brilhante

//sexta-feira, 28 de agosto de 2015
//Postado Por: Alysson Borges
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A série Dragon Ball – e todas as suas sagas – dispensa apresentações. É muito difícil encontrar alguém que não conheça, não tenha assistido aos vários episódios de seu anime ou não tenha lido a história de seu mangá. Porém, isso não nos impede de revivermos as memórias dessa franquia maravilhosa e muito bem escrita por Akira Toriyama.
A nostalgia vem diretamente das mãos do artista albertocubatas, que ostenta uma bela galeria no DeviantArt. Ele já havia nos apresentado às ilustrações que mostram quem foi o Guerreiro Z que mais matou em toda a série. Agora, chegou a hora de relembrarmos algumas das famílias presentes na saga, mais especificamente a de Goku, Vegeta, Kuririn e – (risos) – Yamcha.

1. Toda a família de Goku

Vovô Gohan, Rei Cutelo (sogro), Goten, Bardock (pai), Chi-Chi, Gine (mãe), Raditz, Pan, Gohan, Videl e Mr. Satan.

2. Toda a família de Vegeta

Trunks, Rei Vegeta (pai), Tights (cunhada), Bra, Bulma, Tarble (filho), Gure (cunhada), Sra. Brief (sogra) e Dr. Brief (sogro).
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3. Toda a família de Kuririn

Android 18, Marron e Android 17.

4. Toda a família de Yamcha

Yamcha.









 Fonte: Tecmundo

 

“Captain Tsubasa”, também conhecido como “Super Campeões” aqui no Brasil, é uma obra escrita e ilustrada por Yoichi Takahashi e originalmente publicada pela Weekly Shonen Jump (1981-1988). Após esse período teve inúmeras sagas, que foram se estendendo exponencialmente até 2012. Ao longo deste tempo a série rendeu animes, jogos, entre outras coisas que serão apresentadas ao longo desse texto.

A série nos apresenta a historia de Oliver Tsubasa Ohzora, um jovem menino que tem um sonho muito comum para sua idade: ser um jogador de futebol e ganhar a copa do mundo pelo seu país – no caso, o Japão. Um garoto com um raro talento, Tsubasa sempre dava o azar de entrar em um colégio onde nunca tinha um time de futebol no qual pudesse praticar. Até que um dia ele entra para o Nankatsu, e quando é visto jogando num campo das redondezas por Ryo Ishizaki, capitão do time, o chama para integrar a equipe. Nesse time Tsubasa começaria sua trajetória para realizar seu sonho, jornada na qual iria encontrar muito desafios e também grandes conpanheiros. Seu caminho se divide em vários mangas/animes que contam todas as fases de sua carreira e da geração de ouro japonesa, de forma cronológica. São eles:

Captain Tsubasa: 37 volumes (1981 – 1988)

Mangá que conta a fase do torneio nacional do primário.
Capa Captain Tsubasa

 

Shin Captain Tsubasa (anime): 13 episódios (1989 – 1990)
Ova que conta o mundial sub-16, episodio que também é lembrando no anime Captain Tsubasa Road to 2002.



Captain Tsubasa World Youth: 18 volumes (1994 – 1997)
Mangá sobre o Mundial Sub-19. É válido lembrar que o anime Captain Tsubasa J – televisionado pela TV MANCHETE – só foi ate as finais asiáticas.  Para mim, a MELHOR SAGA. OBS: Tsubasa se casa com Sanae e se transfere para o Barcelona FC.


Mostra o Oliver Tsubasa Ohzora se transferindo para o Barcelona, Kojiro Hyuga para o Juventus e Taro Misaki para o Paris Saint German – eventos que acontecem no final do mangá Captain Tsubasa
Captain Tsubasa: Kaigai Gekito Hen En La Liga: 6 volume – (2010 – 2012).
Arcos que mostram os acontecimentos pós Golden -23, focando em Hyuga no Reggiana, Shingo Aoi no FC Albeste e a segunda partida entre o Real Madrid de Natureza e o Barcelona de Tsubasa.

Além do mangá e dos animes existem vários filmes/ovas especiais e inúmeros games, desde Super-Nintendo até PS3. Isso mostra que assim como Pokémon, Yu-Gi-Oh! e Dragon Ball, Captain Tsubasa também se tornou uma grande franquia e fez sucesso em diversos países do mundo, principalmente no Brasil e na França – Japão não conta nesse caso, né. Na minha opinião é uma das maiores obras que já acompanhei, tornando-se meu mangá favorito.  Se você gosta de séries japonesas de esportes vale a pena conferir na íntegra essa, que além de ser uma nostalgia para muitos ate hoje é capaz de fazer novos fãs.

Fonte: Drpohour

 

Super Campeões - Review

//Postado Por: Alysson Borges
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Hyperdimension Neptunia Re;Birth 3: V Generation é o remake é de Hyperdimension Neptunia Victory. O terceiro episódio da franquia de RPGs apresenta, pela primeira vez na saga, um nível de dificuldade ajustado de forma adequada. Além disso, todos os títulos da franquia foram convertidos para o PS Vita. Confira agora a análise completa do melhor capítulo da série Neptunia.



Hyperdimension Neptunia Re;Birth 3 leva jogadores de volta à guerra dos 16 Bits (Foto: Divulgação)Hyperdimension Neptunia Re;Birth 3 leva os jogadores de volta a guerra dos 16 Bits (Foto: Divulgação)

De volta a guerra dos 16 Bits

O terceiro capítulo decide mudar um pouco os ares da história ao enviar a protagonista para uma “dimensão paralela”. Você verá os mesmos personagens da trama, porém, eles não se lembrarão de Neptune. Então, será como reconstruir todos os laços.
O destaque da série sempre foi a representação da guerra dos consoles a partir das personagens: as CPUs. Neptune seria um suposto console da Sega de última geração (Sega Netuno), enquanto Noire de Lastation representaria o PlayStation 3. Já Vert de Leanbox seria o Xbox 360, e Blanc de Lowee, o Nintendo Wii.
Porém, o V Generation refere-se a quinta geração (se contarmos a partir do Magnavox Odyssey), levando Neptune para o fim da guerra dos 16 Bits. Nessa dimensão, há Plutia, uma CPU com um lado sádico que representa o Mega Drive e seu marketing agressivo, e também uma arrogante Blanc, no papel de uma Nintendo que não aceitava perder território na época.
Durante a aventura, os jogadores vão ver Noire e Vert criar suas nações, simbolizando a entrada do PlayStation e do Xbox no mercado. Apesar de muitas farpas trocadas - especialmente entre Noire e Blanc -, as CPUs acabam se unindo contra um misterioso inimigo que ameaça ambas as dimensões: os Seven Sages.

Uma aventura cativante

Assim como nos outros jogos da saga, você acompanha a história no padrão Visual Novel japonês. Depois, explora dungeons e enfrenta monstros para dar prosseguimento à história. A diferença é que os outros games tinham fortes barreiras artificiais que constantemente impediam seu progresso sem qualquer motivo.
Nos dois Hyperdimension Neptunia anteriores, era comum precisar encarar algum monstro ou chefe extremamente poderoso que acabava com sua equipe. Com isso, você era obrigado a passar horas enfrentando criaturas fracas para subir de nível. Esse fenômeno, conhecido como grind, tornava os títulos repetitivos e cansativos.

Após 3 jogos finalmente o nível de dificuldade da série Hyperdimension Neptunia foi acertado (Foto: Divulgação)Após 3 jogos, o nível de dificuldade da série foi acertado (Foto: Divulgação)
 
V Generation foi o primeiro da série em que nenhuma criatura absurda tentou eliminar o time nas horas iniciais da aventura. Em alguns momentos, mesmo relaxando um pouco no treinamento, ainda era possível vencer os chefes com um pouco mais de dedicação e itens, algo que seria impensável para Re;Birth 1 ou 2.

Sem todos esses problemas, Re;Birth 3 faz sucesso com uma história levemente intrigante, vilões misteriosos e diálogos divertidos. O enredo baseado em uma geração mais antiga garante altos e baixos. Por um lado, é bom ver algo mais distante do que Xbox 360, PlayStation 3 e Nintendo Wii, já que, por ser uma geração recente, ainda há muita emoção envolvida, enquanto eventos da época do Super Nintendo e Mega Drive, hoje em dia, são mais nostálgicos.

Plutia representando o Mega Drive parece inofensiva mas se torna uma CPU sádica quando quer (Foto: Divulgação)Plutia representando o Mega Drive parece inofensiva, mas se torna uma CPU sádica quando quer (Foto: Divulgação)

Porém, não é possível entender toda a trama - principalmente a metalinguagem e alfinetadas das personagens - se você não conhecer a quinta e a sexta geração. Noire e Blanc vivem brigando, o que simboliza os desentendimentos entre Nintendo e Sony. Em certo momento, Noire diz que Blanc é antiquada por ainda usar cartuchos, referindo-se à perda de mercado do Nintendo 64 por não usar mídia ótica como o PSOne.

Mais bonito e mais pesado

Os gráficos dão mais um passo adiante, com cenários mais bonitos e detalhados que os dos capítulos anteriores. Apesar disso, essas melhorias não vêm sem custo, pois a taxa de quadros cai com uma frequência muito maior. Mesmo muitos dos lugares já terem aparecido em games anteriores, eles estão mais vivos e agradáveis de explorar.
A interface também recebeu grandes mudanças, com novos sistemas de menus e ícones. Infelizmente, não foi aproveitada a chance de simplificar a navegação. Por conta disso, ele ainda é um pouco complicado de usar e muito específico até para as funções mais simples.

Jogabilidade e menus de Hyperdimension Neptunia Re;Birth 3 continuam mais complicados do que o necessário (Foto: Divulgação)Jogabilidade e menus de Hyperdimension Neptunia Re;Birth 3 continuam mais complicados do que o necessário (Foto: Divulgação)
 
No quesito dublagem, a série continua incrível, trazendo ótimas vozes em inglês para as personagens. Você ainda pode baixar as vozes originais em japonês como um DLC gratuito. As músicas e os efeitos sonoros são geniais. Eles criam uma fina sintonia entre clássico e original.

Conclusão

Hyperdimension Neptunia Re;Birth 3: V Generation finalmente acerta o equilíbrio que a franquia precisava entre repetição e dificuldade. Demorou três capítulos, mas a saga superou os principais problemas. E o resultado é um agradável e divertido RPG.











Fonte: Techtudo

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Dragon Ball Z Dokkan Battle foi lançado recentemente no Google Play e é baseado na saga de Goku e seus amigos. Jogos inspirados em animes, as tradicionais animações japonesas, são populares ao redor do mundo, apesar de não fazerem tanto sucesso no Brasil. Attack on Titan é um dos títulos para Android inspirados em desenhos que ainda não chegaram por aqui. Confira agora a lista com os melhores títulos que podem ser lançados em território nacional em breve:


 Naruto Ultimate Ninja Storm 4: testamos o game de luta da nova geração
 
Veja 10 jogos dos animes mais populares da atualidade (Foto: Divulgação)Naruto Shinobi Collectioneja 10 jogos dos animes mais populares da atualidade (Foto: Divulgação)


- Bleach Brave Souls



Bleach Brave Souls é um dos melhores jogos de anime lançados para o Android. O game inspirado na história de Kurosaki Ichigo e seus amigos apresenta gráficos com boa qualidade e narrativa extensa. O título basicamente captura a essência da animação e será preciso bastante paciência do jogador para encarar as fases. A jogabilidade se resume a um hack’em slash bem divertido, no qual é possível controlar vários personagens de uma única vez.


- Naruto Shinobi Collection


 

Naruto Shinobi Collection é um jogo que mistura card game, RPG e corrida infinita. Acompanhamos Naruto e outros ninjas em vários combates contra personagens clássicos. O game peca por ter muitos downloads, mas cativa pela bela ambientação, que inclui diálogos com personagens do início da série até o final. A jogabilidade é o ponto alto do game, devido à variedade. Em um momento, o jogador faz os shinobis desviarem de obstáculos e em outro, já enfrenta inimigos em combates por turnos.


- Saint Seiya Party Battle 3D


 
Saint Seiya Party Battle 3D é um jogo que reúne os personagens do saudoso anime Cavaleiros do Zodíaco. No game, Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun, Ikki e outros cavaleiros de bronze partem para combates em turnos. O título tem bons gráficos e ação direta, no entanto, não estranhe algumas cores de cabelo ou armaduras estarem diferentes da versão animada, pois o jogo é baseado no traço no mangá e não do desenho.



- One Piece Treasure Cruise


 
Diferente do iOS, não é tão fácil baixar One Piece Treasure Cruise no Android. O jogo está disponível apenas na Google Play dos Estados Unidos. Focado na história do pirata Luffy, este título tem muito conteúdo do mangá de Eiichiro Oda. A jogabilidade é divertida e inovadora. Em vez do clássico sistema de combates em turnos, o game adota um novo padrão, no qual o jogador deve tocar no momento exato para maximizar o dano dos ataques.


- Hunter X Hunter Battle Allstars


 
Hunter X Hunter é um dos animes que apenas quem é fanático por animação japonesa conhece. Do mesmo autor de Yu Yu Hakusho, a animação conta a história de Gon, um menino com grandes habilidades. O game para celular de Hunter X Hunter captura bem a essência do desenho ao colocar o jogador em um torneio para duelar com vários personagens clássicos.


- One Piece Dance Battle


 
Diferente de quase todos os jogos desta lista, One Piece Dance Battle não busca recontar a história do anime. Na realidade, ele é um game musical cujos personagens dançam conforme a música. Para isso acontecer, é necessário ter habilidade nos dedos e acertar todas as sequências. Parece bobo, mas como todo game de dança japonês, a dificuldade é extrema.


- Attack of Titan: Roar to Freedom


 
Attack of Titan: Roar to Freedom é um jogo totalmente fora dos padrões imaginados por qualquer fã de anime. Lançado há bastante tempo para Android, trata-se de um game de estratégia claramente inspirado em Clash of Clans. Roar to Freedom conta com missões para você jogar sozinho e modo versus para enfrentar outros jogadores. Nem precisa dizer que ao atacar, você usa os titãs bizarros.

- JoJo’s Bizarre Adventure: Stardust Shooters


 
Bastante casual, JoJo’s Bizarre Adventure: Stardust Shooters é um game simples, em que o jogador deve tocar na tela e mover os personagens na forma de medalhas, para derrotar os inimigos. Apesar da arte estilosa de Hirohiko Araki, na realidade Stardust Shooters tem jogabilidade bastante resumida. O que sobra para o jogador é curtir a boa trilha sonora e se divertir no game feito para ser casual.


- Evangelion Battle Mission


 
Evangelion Battle Mission é um jogo de quebra-cabeça com elementos de RPG. O objetivo é combinar pedras iguais para derrotar os “angels”. O game é bastante simples no começo e chama atenção pelas animações ao fundo, que lembram bastante as cenas dos filmes de Evangelion.


- Nanatsu no Taizai (Seven Deadly Sin)


 
Nanatsu no Taizai (Seven Deadly Sin no Brasil) também ganhou seu próprio jogo para celular recentemente. A fórmula não é muito diferente de One Piece Treasure Cruise e Hunter X Hunter Battle Allstars. Ou seja, um game de RPG que tenta recontar a história do anime. A dublagem é de ótima qualidade e, se chegasse ao Brasil em português, seria ótimo para baixar.









Fonte: Techtudo
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A Associação de Animações Japonesas (AJA) divulgou detalhes de sua "Anime Industry Report 2015", que analisa as tendências da indústria a partir de 2014, na terça-feira.

De acordo com o relatório, o valor total de mercado da indústria de anime em 2014 foi de 1,63 trilhões de ienes (cerca de US $ 13,5 bilhões), um aumento de cerca de 10% a partir de 2013 de 1,49 trilhões de ienes (cerca de US $ 12,4 bilhões).

A AJA atribui parte desse sucesso a mercadoria ea venda de streaming de direitos na China. No ano passado, o relatório observou um aumento do número de anime exposições e eventos, como concertos de músicas de anime e musicais.

O Projeto de Análise do Mercado de Animação do Instituto de Pesquisa de Desenvolvimento de Mídia do Japão (MDRI) divulgou um relatório sobre o mercado do Japão animação nacional no início deste ano. O relatório estima um recorde para a venda de animação nacionais e estrangeiros no Japão em 2013.




O relatório completo da AJA estará à venda no Japão em 18 de setembro O AJA tem vindo a publicar relatórios anuais desde 2009, quando a indústria de anime estava em declínio.


Fonte: AnimesNewsNetwork




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No Japão, os gatos são considerados animais que dão sorte. Não é a toa que um dos amuletos mais populares no país seja o Maneki Neko. Além disso, a personagem mais famosa do Japão é também um gato: Hello Kitty. Cerca de mil anos atrás, os gatos eram os animais de estimação preferidos da aristocracia japonesa.

Com o tempo, pessoas comuns passaram a ter também gatos como animais de estimação e podemos vê-los espalhados por todo canto. Existe inclusive santuários destinados aos gatos, além de ilhas que ficaram famosas por sua população felina como Aoshima, , Okishima, Sanagishima, Manabeshima e Tashirojima.
Outra curiosidade são os Neko Cafés. Existem muitos deles no Japão e para quem não pode ter um em casa, é uma boa alternativa para interagir com os gatos enquanto se delicia um bom café.



E você sabia que existe inclusive uma data especial para homenagear os gatos? Sim, é o Neko no Hi (猫 の日) ou (ネコの日), comemorado no dia 22 de fevereiro. A razão da escolha desta data é porque a pronúncia de 22/2 (Ni Ni Ni) tem a pronúncia parecida com: Nyan Nyan Nyan (ニャンニャンニャン), que no Japão é usado como uma onomatopeia que imita o típico som de um miado de um gato.
No Japão, os animais de estimação são criados com muitos mimos. Não é incomum ver os donos passeando com seus companheiros em carrinhos parecidos com a de bebês e vestidos com trajes próprios para pet. E falando em roupinhas para pet, eis uma bela seleção de fotos de gatos vestidos com trajes de quimono. Tenho certeza de que você vai ficar derretido com tanta fofura. :)

 

Sessão fofura: Gatos vestidos com quimono

cat-kimono




















Não são fofos esses gatos vestidos de quimono? O que achou? :)








Fonte: Japão em Foco

Gatos em trajes de quimono

//segunda-feira, 24 de agosto de 2015
//Postado Por: Alysson Borges
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